quarta-feira, dezembro 21, 2016

Olhares de longe

Hoje recebi do meu filho que vive e trabalha em terras frias e longínquas do Canadá estas fotos que não pude deixar de partilhar.
Porque as recebi como se de um presente de Natal se tratasse (para mim foi), porque as acho lindas e porque há momentos  em que não conseguimos guardar só para nós o que nos dá alegria, resolvi partilhá-las convosco que por aqui costumam passar e que considero meus amigos.
(Tratou-se de uma confraternização de Natal com visita a um Aquário).







(Quando temos os filhos longe tudo ajuda a minorar a distância)!

Um abraço e continuação de boa semana.
Abraços. Ailime

domingo, dezembro 18, 2016

Música de que gosto

O Natal aproxima-se e lembrei-me de partilhar  um clássico de Natal  bastante conhecido interpretado ao longo do tempo por vários cantores e que hoje partilho na voz de

ANDREA BOCELLI

White Christmas

Desejo-vos um bom domingo e uma semana repleta de paz.

1 Imagem, 140 Caracteres

Só hoje pude corresponder ao Desafio que Silvana e Mari nos propõem a cada sexta feira.
Desta vez foi Mari que escolheu a imagem sobre a qual vou tentar fazer uma composição que não exceda 140 caracteres.

O que me sugere a imagem?

O Natal aproxima-se.
No canto da sala
 a árvore brilha.
Que toda a família
acolha com amor
o Menino Deus
que na gruta de Belém
nascerá para todos.

Visitem Silvana  (Meus Devaneios Escritos)  Mari (Devaneios e Desvarios)  e verifiquem lá quem já participou e como se inspiraram.

Desejo-vos bom domingo e semana.
Ailime

terça-feira, dezembro 13, 2016

Postais de Lisboa (1)

Partilho algumas fotos tiradas há dias, ao cair da tarde, à Beira Tejo (Belém) Lisboa.













LISBOA  - poema  de Shopia de Mello Breyner Andresen)


Digo:
«Lisboa»
Quando atravesso — vinda do sul — o rio
E a cidade a que chego abre-se como se do seu nome nascesse
Abre-se e ergue-se em sua extensão nocturna
Em seu longo luzir de azul e rio
Em seu corpo amontoado de colinas —
Vejo-a melhor porque a digo
Tudo se mostra melhor porque digo
Tudo mostra melhor o seu estar e a sua carência
Porque digo
Lisboa com seu nome de ser e de não-ser
Com seus meandros de espanto insónia e lata
E seu secreto rebrilhar de coisa de teatro
Seu conivente sorrir de intriga e máscara
Enquanto o largo mar a Ocidente se dilata
Lisboa oscilando como uma grande barca
Lisboa cruelmente construída ao longo da sua própria ausência
Digo o nome da cidade
— Digo para ver


1977
In Navegações, 1983

Desejo-vos continuação de boa semana.
Abraços. Ailime

domingo, dezembro 11, 2016

Música de que gosto

Hoje  partilho uma canção de um cantor português que aprecio bastante.

FERNANDO TORDO


em
Balada para Nossos Filhos


Uma canção lindíssima.
Acho que ninguém vai ficar indiferente!
Bom domingo.
Abraços. Ailime

sexta-feira, dezembro 09, 2016

1 Imagem, 140 Caracteres (Noite escura)

Hoje,  sexta feira, dia do Desafio conjunto de Silvana e Mari que nos convidam a escolher uma imagem para nos inspirarmos e escrevermos um texto que não exceda 140 caracteres.

O que me inspira esta imagem?


Tempos difíceis.
Junto ao mar
numa noite escura e fria
sob a luz  tímida do luar
procura aclarar as suas ideias.
Quem sabe amanhã,
o sol brilhará.

Esta a minha participação.
Visitem a Silvana (Meus Devaneios Escritos)  e Mari  (Devaneios e Desvarios)  e confiram lá como participaram os nossos amigos.

Desejo-vos um bom fim de semana.
Abraços, Ailime



quinta-feira, dezembro 08, 2016

As cores do meu outono

Hoje durante um pequeno passeio num parque de uma cidade aqui próximo, registei várias tonalidades de outono que convosco partilho.
As temperaturas estão amenas como, se fosse primavera,  e embora tivesse chovido bastante há alguns dias atrás as folhas tem caído suavemente o que lhes confere segundo creio os mais variados tons amarelados, conforme as suas espécies.  Não me recordo de um outono tão sereno  e colorido como este ano, quando faltam apenas cerca de quinze dias para o inverno.















«As horas em que a alma está absorta na beleza  são as únicas em que vivemos verdadeiramente».

Richard Jefferies

Abraços.
Ailime

domingo, dezembro 04, 2016

Música de que gosto

Hoje partilho uma canção da autoria  de Frederico de Brito (poema) e Ferrer Trindade (música).

Foi cantada por Amália em 1955 no filme "Amantes do Tejo" e posteriormente por outros cantores portugueses, mas a versão (1993) que vos  apresento é a de

 DULCE PONTES

 nesta tão bela

 CANÇÃO DO MAR

 

Desejo que apreciem.
Vale a pena ouvir. Voz e música ímpares.

Desejo-vos um bom domingo.
Abraços. Ailime

sexta-feira, dezembro 02, 2016

1 Imagem, 140 Caracteres

Sexta feira chegou  como um golpe de vento e eis-nos perante mais um desafio de Mari e Silvana que nos convidam a compor um texto que não exceda 140 caracteres inspirado na imagem, que hoje foi escolhida por  Mari .


Sentado no muro
deixo que meus pés
baloicem o tempo.
Lá em baixo
um corre-corre desabrido.
Todos se atropelam
de viva voz
ou sofrendo de solidão.


 Esta a minha leitura da imagem.
E vocês como se inspiraram?
Visitem Mari  (Devaneios e Desvarios) e Silvana (Meus Devaneio Escritos) e verifiquem lá como  como foi a participação dos nossos amigos.



Desejo-vos um excelente fim de semana.
Abraços. Ailime



quarta-feira, novembro 30, 2016

Ao pôr do sol

Pôr do sol nas Azenhas do Mar, no passado domingo.
As nuvens, as aves, o sol e o mar pareciam brincar oferecendo-nos um cenário majestoso. E foram muitos os que ali se  iam juntando a contemplar e a fotografar num grande silêncio, quase sem respirar, não fosse algo escapar aos olhares sôfregos de tamanha beleza.








 Meia dúzia de minutos que me proporcionaram momentos de verdadeiro êxtase.
Momentos em que não arredei pé contemplando o horizonte.
Momentos em que agradeci a Deus por estar ali, naquele instante, naquele lugar.
Tão simples assim!

Desejo-vos continuação de boa semana.
Abraços. Ailime