quarta-feira, abril 29, 2015

Poema de Sophia

Parque dos Poetas Oeiras- Sophia de Mello Breyner Andresen
As rosas 

Quando à noite desfolho e trinco as rosas
É como se prendesse entre os meus dentes
Todo o luar das noites transparentes,
Todo o fulgor das tardes luminosas,
O vento bailador das Primaveras,
A doçura amarga dos poentes,
E a exaltação de todas as esperas.


Sophia de Mello Breyner Andresen
In "Obra Poética"

9 comentários:

  1. Hello Ailime, lovely poem and images..Enjoy your day and the rest of the week!

    ResponderEliminar
  2. Lindíssima foto e o poema de Sophia, sempre lindo ! bjs, chica Linda escolha!

    ResponderEliminar
  3. Que lindo azul? Como você consegui esse tom de azul iluminado, Ailime? Amei a poesia também! Parece-me você ter postado, mas não assim, lindamente azul! Um abraço e beijos!

    ResponderEliminar
  4. Oi Ailime!!!!Ótima escolha ,este poema é lindo!Bjs

    ResponderEliminar
  5. Lindo...lindo!!!
    Amei.
    Beijos,
    Mariangela

    ResponderEliminar
  6. Achei lindo o verso: "O vento bailador das Primaveras."
    Fotos lindas, Ailime!
    Amanhã já é maio, que bom...
    Beijinhos...

    ResponderEliminar
  7. Querida Madrinha.
    Seu Pais agora florido o meu agora começa a gelar são dias longos
    tristes porque eu amo a primavera.
    O importante é estar vivo independente da estação
    amei os versos a primavera.
    Madrinha peço desculpas por estar sempre distante ,
    mas espero um dia voltar a metade daquele que sempre amei fazer.
    Um feliz final de semana .
    Beijos da sua afilhada.
    Evanir.

    ResponderEliminar
  8. Ailime,
    Gostei das fotos e como não podia deixar de ser do poema de Sophia.
    Boa escolha para esta época, estamos já em Maio: mês das rosas, diz-se.
    Beijinhos e bom feriado.

    ResponderEliminar
  9. Magnifica poesia que expõe todo um momento especial da noite.
    A noite tem seus pontos de profunda reflexão.
    As ilustrações estão maravilhosas.

    Belíssima partilha.
    Beijo

    ResponderEliminar

Caminho por aí, quer chova, quer faça sol! Até quando não sei!
Só sei que quero caminhar e contra ventos e marés nada me impedirá de construir os meus castelos!Ailime